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Processos de Negócios, Padrões e Governança em Sistemas e
TI:
Edição 2006/01.
Convidamos você a desfrutar de informações acerca de
problemas que ocorrem em implantações do ITIL e COBIT e como
você pode evitá-los. Veja
sobre o novo COBIT 4.0, e saiba sobre as diferenças nos
domínios de modelagem de processos e definições em
desenvolvimento de software.Leia sobre o evento promovido pela
CTGI e CA acerca do
alinhamento de governança e segurança.
Nossa
equipe está à sua disposição para auxiliá-lo. Entre em
contato.
Boa
leitura.
João
Contart Neto
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PROCESSOS EM SISTEMAS E TI
A importância
da definição dos serviços na implantação do ITIL.
Como sabemos, o ITIL é a melhor biblioteca aceita pelo mercado
para práticas em “service management and provisioning”, ou seja,
o aprovisionamento e gerenciamento de serviços de TI.
Infelizmente nós temos presenciado muitas empresas e equipes
gastando esforços na tentativa de adoção dessas práticas, sem
grandes resultados práticos. Em geral esbarram em erros
conceituais e de adoção prática que são muito significativos. O
efeito é um tremendo esforço e um alcance medíocre de
resultados. Em alguns casos, esses erros comprometem de tal
forma as iniciativas de governança de TI dentro da instituição
que perdem a oportunidade de conquistar usuários e clientes.
Há muitos motivos para insucessos na adoção do ITIL, mas uma das
principais causas é a baixa compreensão do que realmente é um
“Serviço de TI”, sua ligação com os processos do ITIL, com os
níveis de serviços, e com os objetivos da organização. Deve-se
somar a isso a necessidade de transformar a TI em uma área
gerenciadora pró-ativa de serviços, deixando o tradicional foco
de departamento de especialistas e implementadores em sistemas e
infra-estrutura, em geral reativos. Essa é, de fato, uma
transformação importante e que requer mudanças culturais e de
foco gerencial.
Lembre-se sempre que o conjunto de Serviços de TI deve abranger
todos os serviços que sua organização de tecnologia de
informação precisa e quer fornecer para seus clientes e
usuários, internos e externos. É o principal instrumento em
torno do qual devem ocorrer as comunicações de TI com as áreas
clientes. Um serviço sempre entrega uma função útil ao negócio,
de forma completa e que satisfaz o cliente. Os serviços podem
compreender o atendimento a incidentes, novas demandas,
mudanças, investigações de problemas, fornecimento de
informações, capacitações, entre outras categorias. O correto
estabelecimento do Catálogo de Serviços e sua ligação com os
processos sendo implementados é uma das chaves de sucesso.
Outros pontos críticos na adoção do ITIL - também observados nas
tentativas de adoção de outros padrões de mercado como o COBIT e
a ISO17.799 - são: i) foco apenas nas certificações; ii)
processos mal definidos e mal implantados; iii) suporte
tecnológico inapropriado (muito simples ou muito complexo); iv)
falha na capacitação de pessoal (educação); v) tentativa de
fazer muito ao mesmo tempo (o ITIL deve ser implantado
gradativamente, dentro de uma mudança planejada); vi) a adoção
de indicadores não apropriados;
Os clientes da CTGI têm obtido sucesso em
suas iniciativas de adoção das melhores práticas, pois a empresa
aplica em seus projetos um conjunto de conhecimentos e serviços
únicos, como a gestão por processos, a vivência prática em TI, o
domínio de metodologias e padrões, o intenso uso de
tecnologias, educação e transformação organizacional.
Consulte-nos.
A Gestão de
Mudanças, Solicitações e Novas Demandas: desafio chave na
Governança de TI.
Toda área de TI convive cada dia mais com o dilema de como
tratar com eficácia as novas demandas de negócios e solicitações
de diferentes categorias originadas pelas diretorias, usuários
finais e colaboradores internos e externos. Esse não é um
desafio recente, mas vem crescendo muito claramente. O aumento
da complexidade de tecnologias e ofertas, a agilidade da
concorrência, a pressão por maior eficiência em todas as áreas
da empresa impõem grande ritmo de mudanças e novas demandas. Há
que se considerar também a complexa tarefa de atender mais e
melhor essas demandas tendo que manter orçamentos estáveis.
O tratamento estruturado dessas disciplinas passa por dois
grupos de conhecimentos essenciais: a) O gerenciamento de
mudanças, cujas melhores práticas podemos buscar no ITIL, em seu
livro azul que trata de “Gerenciamento de Serviços/Suporte”; e
b) O gerenciamento corporativo de projetos, disciplina para a
qual podemos adotar também referências globais como as
recomendações do PMI ou Prince2 (essa segunda, embora menos
conhecida no Brasil, é mais madura em termos da visão
corporativa). Quando alinhamos essas duas disciplinas e
conseguimos que elas operem de forma complementar e sinérgica,
alcançamos processos abrangentes de controle das demandas de
negócios, permitindo gerenciar expectativas de usuários e
diretorias e ao mesmo tempo apoiar o gerenciamento efetivo dos
orçamentos.
Sabemos que para se atingir a maturidade em um processo é
necessário trabalho sério e direcionado por alguns meses,
podendo chegar a ciclos de alguns poucos anos. Não se obtém
resultados duradouros e consistentes com iniciativas de poucas
semanas apenas. Porém, alcançar pequenos ganhos em prazos
rápidos é essencial para o sucesso dessas práticas. Partir de
conhecimentos existentes e aplicá-los de forma ágil para
constituir uma base sólida é um tiro certeiro.
A implantação das disciplinas de Gerenciamento de Mudanças e a
Gestão Corporativa de Projetos mostrou-se a melhor maneira de se
estruturar os processos de atendimento às demandas de negócios
da empresa e de atender às solicitações dos usuários e clientes
internos e externos. Sua adoção estruturada, seguindo as
práticas de gestão por processos, e tomando os padrões
internacionais como referência é o que traz segurança de se
obter resultados em curto prazo estabelecendo uma base para
aprimoramento contínuo.
Saiba mais consultando nossa equipe de especialistas.
Novo COBIT
aprimora orientação de governança e suporte às demandas de
negócios.
A versão 4.0 do COBIT®
já
está publicada desde o final do ano passado. O IT Governance
Institute coordenou um esforço de dois anos que envolveu
especialistas, acadêmicos e profissionais de mercado, do mundo
todo. As atualizações no COBIT®
4.0 refletem o foco na governança e gerenciamento de TI,
reforçando a visão da alta-administração, na necessidade de
atender diferentes públicos que incluem auditores, planejadores,
estrategistas, executores e técnicos, além de ampliar os
recursos de alinhamento às estratégias da empresa. Também inclui
modelos de maturidade aprimorados.
Dessa forma o COBIT®
4.0 está ainda mais robusto para suportar a transformação da TI
da empresa em uma área responsiva e estratégica, com elevado
suporte às necessidades de negócio. Sempre garantindo a
visibilidade e os controles exigidos pelos acionistas, órgãos
reguladores e pelo mercado em geral.
A nova edição do COBIT®
está organizada em quatro sessões: i) Visão executiva; ii) A
estrutura; iii) o conteúdo-chave (detalhes dos objetivos de
controle, orientação de gerenciamento e modelos de maturidade);
iv) Apêndices (inúmeros documentos de valor para a adoção e
manutenção do COBIT®).
O IT Governance Institute está também liderando esforços para o
alinhamento entre o COBIT®,
ITIL®,
e a ISO17.799, e já possui relevantes trabalhos publicados nessa
área.
Se você tem interesse nesse tema, saiba que a CTGI
disponibiliza uma série de artigos e informações que você pode
acessar apenas nos informando seu interesse nesse tema. Envie
seus dados solicitando acesso às informações sobre COBIT®
para
info@ctgi.com.br.
Solicite uma visita de nossos especialistas para analisar suas
necessidades.
ENGENHARIA DE SOFTWARE
Não perca
conhecimentos que diferenciam sua empresa...entenda...Processo é
longo e raso e Automação é curta e profunda.
A relação entre a engenharia de software, desenvolvimento de
sistemas, grandes pacotes de mercado e o trabalho orientado a
processos de negócios impõem um grande desafio às empresas e
áreas de tecnologia de informação. Como modelar grandes
processos de negócios e ao mesmo tempo garantir que eles se
traduzam em uma implementação com detalhes operacionais
precisos, competitivos e únicos para uma determinada área da
empresa?
Em todas as empresas atuais, nas mais diversas áreas
profissionais - contabilidade, produção, marketing, diretoria,
etc - os profissionais que dominam uma prática diferenciada
usualmente partem para o uso de planilhas, de softwares
periféricos ou aquisições de produtos de nicho totalmente
desintegrados da solução corporativa. São normalmente
conhecimentos e práticas profundas e restritas à sua área de
atuação e competência.
Em uma recente implantação de um grande ERP, o processo de
planejamento de produção foi considerado implantado. Nessa
instalação, o planejamento realmente funciona quando o ciclo
segue um caminho normal, sem exceções. Por outro lado, se
detalhes ou erros são detectados em etapas adiantadas do
processo, determinados cálculos de correção não estão previstos.
Portanto os detalhes das atividades foram esquecidos, embora o
processo tenha sido desenhado corretamente, em sua macro-visão.
Nesse cenário real descrito, o mais crítico é que o sistema
anterior de planejamento, amadurecido por diversos anos,
considerava dezenas de situações não atendidas pela nova
implantação. Perdeu-se significativo conhecimento operacional na
área.
Uma grande empresa de negócios via internet, em fase de seleção
de um novo sistema para suportar sua operação, está atenta e
gerenciando a falta de detalhes nas especificações de seus
processos de consolidação de pedidos e emissão de faturas.
Falhas nessas especificações impõe riscos enormes à sua
operação.
A engenharia de software possui instrumentos e boas práticas
para auxiliar a identificação, persistência e aprimoramento das
especificações e requisitos dos usuários, bem como a preservação
de conhecimentos existentes em seu negócio. Sistemas antigos, a
serem obsoletados, podem passar por um processo de “engenharia
reversa” que expõe e preserva conhecimentos existentes em sua
automação. Essa prática é essencial para preservar automações
que já amadureceram anos e anos, e contém reais diferenciais de
negócios.
Por outro lado, a componentização e a orientação a objetos são
grandes evoluções no domínio da engenharia de software, com foco
muito grande na automação de atividades de tamanho e domínios
bem definidos. É mesmo a abordagem mais atual e produtiva que
pode ser usada em empresas com grandes sistemas que adotam
tecnologias atuais. Em especial, se ela estiver associada a uma
política eficaz de reuso, impõe grande produtividade ao
desenvolvimento de sistemas e garante requisitos de segurança e
qualidade.
O segredo é então entender que embora caminhem para uma grande
convergência, ainda hoje, processos amplos de negócios e
automações são mesmo domínios distintos e que exigem abordagens,
metodologias e instrumentos apropriados. Obter as especificações
detalhadas de um software a partir de abordagens apenas de
processos leva a falhas no grau de detalhamento e no produto
final. Por outro lado, utilizar abordagens de especificações de
sistemas para modelar grandes ciclos de negócios leva a um grau
de detalhamento grande, oneroso e desnecessário.
Conte com a assessoria da CTGI para adequar seus processos em
Sistemas e TI.
Consulte nossos especialistas.
EDUCAÇÃO
Em parceria com
a COMPUTER ASSOCIATES a CTGI realiza o evento -
SEGURANÇA EM
TI: DOS PADRÕES DE GOVERNANÇA À IMPLANTAÇÃO COM eTRUST da CA
Nesta oportunidade foi apresentada aos participantes a relação
entre os conceitos de Governança Corporativa e seu desdobramento
em segurança da informação, através da contextualização dos
padrões atualmente aceitos (COBIT, x7799) foi discutido como
traduzi-los em prática.
A CA apresentou as ferramentas eTRUST e as facilidades que essa
família de produtos propicia ao suportar, com agilidade,
abrangência e automação, grande parte das práticas aceitas pelo
mercado.
Discutimos os desafios da segurança da informação, pois é pauta
regular, em nossa interação prática com os clientes bem como em
casos discutidos na imprensa nacional, a fragilidade que muitas
informações importantes apresentam. Isto é detectado através do
descontrole que muitas empresas apresentam, sobre acesso à
diretórios dados e sistemas, assim como a inexistência de fluxos
básicos de ativação e suspensão de acessos.
Os líderes de Sistemas e TI têm a responsabilidade então de dar
suporte as estratégias empresariais e regulamentações
existentes, educar e orientar a empresa da importância das ações
de segurança. Deve também gerenciar em função do risco, ou seja,
detectar dentre as mais diversas fragilidades quais criariam
maior impacto para serem atacadas primeiro, tais como: roubo ou
perda de informações relevantes; parada de processos críticos;
impacto financeiro; imagem e credibilidade de sua empresa,
dentre outros. Estes líderes não podem esquecer-se ainda de
gerenciar os custos associados a estas ações, da importância de
alavancar investimentos já feitos e de estruturar suas equipes,
infra e serviços responsivos.
Durante o evento que tratou do assunto segurança, verificamos
como este é um assunto que realmente preocupa o mercado, pois
estiveram conosco importantes líderes das mais variadas empresas
e ramos de negócio, tais como Varejo, Marketing, Concessionárias
de Serviços Públicos, Serviços Financeiros, Ind. Siderúrgica,
entre outros, todos preocupados e discutir qual é o melhor
caminho para abordar o tema e as melhores soluções dentro de
suas empresas, pois nosso país é sempre líder em criatividade,
pena que nem sempre somente para o bem, pois sabemos que na
lista dos dez grupos de hackers mais ativos do mundo, todas as
posições são brasileiras.
A CTGI continuará promovendo eventos e discussões na área de
Segurança em TI, visite sempre a página (www.ctgi.com.br)
e acompanhe nossas iniciativas.
Próximas
sessões abertas de treinamentos.
Estão programadas para os próximos meses, turmas abertas em
Modelagem de Processos com BPML, ITIL e Engenharia de Software/UML.
Veja as próximas turmas:
ITIL Fundamentos Teóricos e Certificação,
07,08 e 09 de fevereiro,
em 3 módulos de 4:00 hs, num total de 12 horas.Diurno das 8:00
às 12:00hs Certificação opcional.
ITIL
Revisão Teórica para Certificação
turmas no dia 10 de março das 8:00 às 12:00hs. Carga
horária de 4 horas.
Modelagem de Processos com BPML:
20 a 24 de fevereiro, em
5 módulos de 4:00 hs num total de 20 horas. Noturno das 18:30 às
22:30 hs
Especificação e Desenvolvimento de Software com UML e EA:
15,16 e 17 de fevereiro em 3 módulos de 4:oo hs num total de 12
horas. Noturno das 18:30 às 22:30 hs
Veja o calendário no link:
http://www.ctgi.com.br/treina_calendario.aspx
Atendimento/Contato :
Fone (11) 3722-2335
eMail
info@ctgi.com.br.
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