A gestão de riscos no Enterprise Architect é apoiada duas funções principais:
Um catálogo de tipos de riscos, com complexidades associadas (pesos);
Associação de riscos aos elementos dos modelos;
Com esses recursos pode-se determinar quando e como abordar cada risco, além de verificar seu impacto sob um ponto de vista de design, ou seja, associado à estrutura planejada para o produto. Dessa forma, ao avaliar determinado risco, é possível saber mais facilmente se seu impacto estará isolado em um certo componente ou subsistema ou se poderá comprometer a arquitetura do software.
Da mesma forma, as funções de manutenção e gestão do ciclo de vida permitem o acompanhamento de ocorrências, designação de recursos para a resolução e o acompanhamento global das atividades.
As tomadas de decisão decorrentes dessas avaliações também terão maior qualidade
No entanto, é preciso cuidar para que o método seja seguido, sob pena de que a ferramenta deixe de ser tão útil nesse aspecto. É preciso devotar o devido tempo e atenção às atividades de gestão de riscos, lembrando, principalmente, de que abordar um risco constitui trabalho, muitas vezes, trabalho bastante significante, o que implica em que o WBS do projeto comporte essas atividades e, consequentemente, preveja esforço para que sejam executadas.